Os farmacêuticos se unem para médicos e enfermeiros no Pacto pela Saúde

Os farmacêuticos aderiram ao Pacto pela sustentabilidade e a qualidade do Sistema Nacional de Saúde, que já haviam aderido médicos e enfermeiros, com o que já são mais de 565.000 os profissionais apresentados no acordo

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A ministra da Saúde, Serviços Sociais e Igualdade, Ana Mato, e a presidente do Conselho de Faculdades de farmácia, Carmen Rocha, assinaram o acordo-quadro para colaborar com este pacto, depois decide se inscrever em julho passado, os representantes dos médicos e enfermeiros, no palácio de Moncloa, em um ato presidido pelo presidente do Governo, Mariano Rajoy.

Ana Mato assegurou que o acordo pretende ser um local de discussão e de debate, e declarou que, para sustentar a colaboração foram criados três grupos de trabalho, o primeiro dos quais pretende-se lançar as bases do “imperdível” Pacto pela Saúde que tem por objetivo contribuir para a definição de elementos e critérios para a sustentabilidade do sistema de saúde e a sua qualidade.

Quanto ao desenvolvimento profissional, a ministra explicou que discute o novo modelo de formação especializada no âmbito da farmácia, a promoção profissional ou dos novos serviços profissionais.

O último dos grupos abordará o novo enfoque para o paciente crônico, a cooperação interprofissional e, também, entre os níveis assistenciais.

Mensagem de apoio ao Sistema Nacional de Saúde

A ministra garantiu que, com esse acordo, nós enviamos para a sociedade uma mensagem de apoio ao Sistema Nacional de Saúde e o nosso compromisso de trabalhar em conjunto para garantir a sua sustentabilidade, a sua qualidade e o seu futuro”.

O acordo inclui a 65.000 profissionais farmacêuticos, entre os que se dedicam a farmácia comunitária (70 por cento), hospitais, pesquisa e ensino.

A titular da Saúde manifestou “de modo inequívoco” apoio “ao desenvolvimento da profissão farmacêutica, enfrentando novos desafios, de acordo com as necessidades dos cidadãos e com as oportunidades que oferece o desenvolvimento científico e tecnológico”.

Dia importante para o setor farmacêutico

A presidente do Conselho de Escolas Farmacêuticos disse que hoje é “um dia importante” para os profissionais de farmácia; “também para aqueles companheiros que, em algumas comunidades autónomas estão passando momentos duros e difíceis”, devido à sua situação económica.

“Nosso desafio é resolver os problemas do presente, mas também trabalhar para construir o futuro da profissão”, disse Peña, que foi dispensado a ausência no ato do vice-presidente do Conselho Geral e presidente do Conselho de Escolas de Farmacêuticos da Catalunha, Jordi De Dalmases, devido “à delicada situação em que se encontre farmácias” nessa comunidade.

“É um sinal, é uma aposta de que estão superando barreiras”, salientou.

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