Os doadores sobem um 10,2 % e 2017 pode fechar com 5.000 transplantes

Uma menina abraça a uma das enfermeiras que a criança, após receber um transplante. EFE/Angel Díaz

Terça-feira 17.05.2016

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Quarta-feira 06.04.2016

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Sexta-feira 01.04.2016

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Quarta-feira 30.03.2016

Assim o explicou a diretora-geral da GNT, Beatriz Domínguez-Gil, por ocasião do Dia Nacional de doação de Órgãos e Tecidos, uma iniciativa da Federação de Associações de Doentes Renais (Alcer) celebrado há 40 anos com o objetivo de que os pacientes transplantados graças a doadores sua generosidade.

A responsável pela ONT disse que o aumento no número de doadores foi devido, especialmente, a doação em asistolia (em parada cardíaca), que registou um crescimento de 27 %.

Nestes primeiros cinco meses do ano, dos transplantes também aumentaram (11,5 % à data de 15 de maio). Em particular, os três que mais tem crescido até o momento foram os de pulmão, 25 %; os de fígado, 17 %; e os rins, 9,3 por cento.

“Eu tenho 22 anos, transplantados e há manhãs que eu tenho que lembrar que tenho que agradecer“, disse Juan José Pérez, paciente de 59 anos submetido a um transplante renal, que participará dos Jogos Mundiais Transplantados, endereços a serem inauguradas em Málaga no próximo dia 25 de junho.

O Ministério da Saúde apresentou esses Jogos, que pela primeira vez este ano se realizam em Portugal, com 2.218 atletas provenientes de 52 países.

João José afirmou que “o importante não é apenas ganhar medalhas, mas participar e mostrar o nosso agradecimento aos doadores, já que sem eles não poderíamos estar aqui”.

Domínguez-Gil explicou, também, que aumentou a doação de medula óssea em 15 % , até alcançar os 323.857 doadores registrados contra os 281.000 com os que se fechou em 2016, o que foi achacado o Plano posto em marcha pelo GNT para potenciarlo, embora sem negar o efeito” de Paulo Ráez, o jovem de málaga falecido que levou a cabo uma campanha nas redes sociais.

Com estes dados, o secretário-geral da Saúde, Javier Castrodeza, condenando a “extraordinária generosidade” dos cidadãos e avaliou que a Espanha continue batendo seu próprio recorde ano após ano”, mostrando ao mundo o que somos capazes de conseguir quando trabalhamos juntos na mesma direção”.

Também Domínguez-Gil, na sua primeira conferência de imprensa como diretora do GNT, mostrou o desejo da organização de que Portugal continue a ser líder de 25 anos e agradeceu a “todos os que tornam possível o milagre do transplante”, como os doadores, as associações de doentes, os profissionais do Sistema Nacional de Saúde, que “dão o dó de peito”, e os meios de comunicação, “autênticos aliados”.

No entanto, ele afirma a importância de continuar doando, porque ainda há pacientes que morrem enquanto estão na lista de espera, em concreto, de 5 %, quando se trata de um órgão vital.

No Dia do Doador, 7 de junho, Domínguez-Gil sempre apelar à responsabilidade do paciente transplantado com relação ao órgão de que beneficiou. “É uma responsabilidade social de cuidar dele e isso significa prática regular de exercício físico, hábitos de vida saudável e adesão ao tratamento”, disse.

Mas por trás de cada transplantado há uma história de superação e luch, a diretora do GNT, foi destacado o papel dos doadores e seus familiares, que “tão generosamente renderam um órgão ou um tecido em momentos de extraordinário dor”.

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